7 de out de 2013

“Quem” determina você é o que está em seu inconsciente

A muitos anos, em meus livros, cursos e palestras, tento chamar a atenção para o fato de não haver “energias planetárias”, ao menos no sentido que em geral se adota ao pensar em Astrologia.


Mas em geral, como se usa o termo “energia” de modo vago e impreciso, e se tende a crer que estamos à mercê de forças cósmicas que influenciam diretamente nossos pensamentos e sentimentos, muita gente continua acreditando na “determinação dos astros”.
Quando Jung ensina que “a astrologia é de interesse especial para o psicólogo, uma vez que ela contém uma espécie de experiência psicológica que chamamos ‘projeção’, e isto significa que encontramos os fatos psicológicos como que nas constelações siderais”, ele joga luz sobre este tema tão importante.
A mente humana, por natureza, julga identificar em objetos (entes vivos ou inanimados) características que de fato pertencem a ela, e isto é que é “projeção”, razão pela qual o que a psique vivencia apresenta apenas uma relação de sincronicidade (é o “como que”, do Jung) com os fenômenos objetivos, entre eles os astronômicos, e com símbolos milenares criados pelo inconsciente arquetípico, entre eles os astrológicos.
Por isso, embora ao olhar para alguém não se tenha como saber o que vigora em seu inconsciente, isto é possível ao interpretar o conjunto de símbolos de sua Carta natal astrológica.
Isto é o que realmente importa, para ajudá-lo a se conhecer melhor.

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