3 de out de 2013

O “feminino” e o “masculino” na mente humana


     Os hemisférios cerebrais têm funções distintas e complementares.

     


Enquanto o esquerdo é especializado em pensamento lógico-analítico (separa as ideias), é linear (um passo após o outro) e verbal (escrito e falado), e por isso resolve equações e faculta ao ser humano a ciência e a tecnologia, o direito é especializado em pensamento sintético (associa ideias), em abordagens holísticas (faz relações unificadas) e é imagístico (rege-se por imagens), além de organizar percepções espaciais de forma e volume, por isto facultando a música e as artes plásticas em geral.
Tradicionalmente, e mais ainda em sociedades sexistas, foram denominados hemisfério “masculino”, ou yang (o esquerdo), e “feminino”, ou yin (o direito).
Há pessoas com predominância de atuação deste ou daquele hemisfério, independente do gênero (isto é, de serem homens ou mulheres), e é muito importante aprenderem a utilizar seu próprio perfil geneticamente determinado para não se sentirem “um homem com sensibilidade de mulher” ou “uma mulher que funciona como homem”, com prejuízos a sua auto-imagem e ou autoconfiança.
O que a Astrologia Arquetípica pode oferecer, neste assunto?
Os símbolos de uma Carta natal astrológica permitem a identificação da dominância cerebral, isto é, da inclinação natural a atuar mais com o esquerdo ou direito no dia-a-dia, como dado natural da pessoa, e isto se verifica pela análise da localização dos planetas, bem como do Ascendente, nos Signos (já que alguns Signos são yang e, outros, yin).


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