13 de out de 2013

Astrologia Arquetípica e Terapia: duas atividades irmãs

Há quem pergunte: o trabalho do Astrólogo substitui o trabalho do terapeuta? Eles se excluem entre si? Em meu entender este é um falso dilema, derivado da pouca compreensão que se tem (inclusive entre astrólogos e psicólogos) do que cada uma destas atividades profissionais oferece a alguém dentro de sua própria especialidade.



A Astrologia Arquetípica é um método quase insuperável de amplo diagnóstico do inconsciente de alguém, enquanto dinâmicas e conteúdos. Legal... Mas o que a pessoa faz com isto? Seria como ir a um laboratório de análises, fazer vários exames e sair com os resultados na mão: isto, por si, não resolve nada.

No caso acima, a pessoa deverá levar os exames a um médico, seja clínico geral ou especialista, para desenvolver a melhor forma terapêutica possível, coisa para a qual apenas o médico tem experiência e preparo para fazer. De nada adiantaria, inclusive, ou adiantaria pouco frente ao que é desejado, perguntar ao técnico do laboratório o que fazer com os resultados.

O mesmo, em se tratando de terapia. O astrólogo costuma não ter preparo para ajudar a pessoa a alterar como seja possível sua dinâmica afetiva e inconsciente de base, algo que só o psicólogo bem formado tem. Porque o psicólogo, ademais se for clínico e competente, detém conhecimento provado em táticas e estratégias de alteração de dinâmicas psíquicas inconscientes, derivadas de diferentes teorias de Psicologia e condutoras a um maior equilíbrio mental felicitador.

De fato, eles se complementam, um não sendo mais importante do que o outro: o astrólogo arquetípico pode fornecer um diagnóstico, de fato um mapa de percurso na rota do autoconhecimento, com detecção da origem dos desafios e a indicação de potenciais pessoais a liberar, enquanto o psicólogo pode orientar e apoiar a pessoa na gradual e cuidadosa dissolução de condicionamentos e bloqueios que estão por detrás de suas dificuldades e suas compulsões à repetição (“olha, eu fazendo de novo a mesma bobagem...”), ou têm impedido a realização mais plena de possibilidades.

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