28 de set de 2013

Astrologia e fé em Deus: possibilidades harmonizáveis

Há quem julgue que nem deve se aproximar da Astrologia por haver restrições religiosas, algumas delas inclusive de base bíblica. E há quem até a utilize, mas viva discretos conflitos íntimos ao fazê-lo, por este mesmo fato.



Por isso é preciso entender que a Astrologia, do jeito que é trabalhada contemporaneamente, não viola preceito religioso algum.
Até o Século XX e o surgimento da Psicologia e dos estudos sobre o inconsciente, a Astrologia parecia ser só adivinhação e prometer apenas a possibilidade de prognosticar o futuro, com o que a pessoa poderia tentar escapar à sua destinação, um atributo do plano divino.
Todavia, quanto melhor se percebe que o que a Astrologia oferece é a possibilidade de identificação minuciosa da dinâmica inconsciente do indivíduo e do tipo de presente e futuro que dentro de si mesmo é gestado, para que de posse deste conhecimento ele possa se trabalhar em atos de aprimoramento pessoal, a questão de tentar prever qual futuro ocorrerá perde em importância.
E ganha em significação a possibilidade de ampliar a capacidade de livre-arbítrio, o qual só é verdadeiramente produtivo quando exercitado sobre bom conhecimento, devolvendo à pessoa humana a dignidade que reside no enfrentar seus próprios limites e defeitos ao desenvolver seus próprios potenciais e possibilidades.
Independente do que ela crê ou de qual religião pratica.

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